A História do Controle de Fumaça

    Em agosto de 1953, um grande incêndio destruiu complemente a fábrica de Livonia da General Motors, em Michigan. Foi o maior incêndio industrial ocorrido naquela época e o estrago causou prejuízo  de US$55 milhões. A investigação subsequente (o Relatório Armour) mostrou a importância do projeto de ventilação de incêndio em grandes construções industriais.

    Como um resultado, a Motores de Vauxhall, subsidiária da General Motors solicitou a Colt estudo de ventilação de incêndio para a sua fábrica em Luton. Um protótipo foi produzido e enviado ao escritório central da GM no Reino Unido para aprovação. Posteriormente a fábrica em Luton foi equipada com um completo sistema de “smoke vents” e sua primeira etapa foi completada em outubro de 1956.

    Em fevereiro de 1957, a Automóveis Jaguar sofreu um sério incêndio na sua fábrica em  Coventry que, na opinião do Corpo de Bombeiros de Coventry, teria tido seu impacto grandemente reduzido se um sistema de ventiladores de incêndio tivesse sido instalado.

    A Colt viu o potencial de ventilação automática de incêndio e entusiasmada pelo apoio do Corpo de Bombeiros, financiou um projeto detalhado de  pesquisa no Centro de Estudos de Incêndio.

    Esta iniciativa levou à publicação da Pesquisa Técnica nr. 7 e 10, que estabeleceu a base científica para projetos de ventilação de incêndio.

    A ventilação de incêndio provou seu valor ao longo do tempo, não mais dramaticamente que no caso do incêndio que surgiu no armazém da Motores Vauxhall, em Luton em 14 agosto 1963.

    Depois deste incêndio na Vauxhall  o chefe dos bombeiros comentou “os ventiladores  valeram seu peso em ouro”. O sistema de ventilação de incêndio tinha permitido aos bombeiros da Vauxhall atacar o centro do fogo e prevenir que este se espalhasse para a linha montagem ao lado, onde o novo automóvel Viva estava sendo montado.